29 de mai de 2018

Esta advogada trocou o direito pelo desenvolvimento front-end

Udacity Brasil

Em janeiro de 2015, Sandy Souza Santos concluiu um sonho antigo: formar-se em direito. Ansiosa para colocar seus conhecimentos em prática, começou a trabalhar como advogada imediatamente em um grande escritório em Belo Horizonte – e os questionamentos começaram. “Percebi que não era o que eu queria estar fazendo”, lembra.

Em dúvida, parou para pensar na carreira e topou com as linhas de programação do trabalho do marido, desenvolvedor profissional. “Eu me apaixonei”, diverte-se ela, que fez diversos cursos online por hobby.

“No desenvolvimento web, não existem limitações para crescer e buscar seu próprio conhecimento e aperfeiçoamento. Existe muito material disponível e de qualidade para estudar e a comunidade é muito receptiva”, fala.

Em poucos meses, tinha tomado a decisão. No fim de 2016, abandonou os dias de advogada de vez para se tornar desenvolvedora júnior profissional de uma startup mineira. Quase três anos e um curso de desenvolvimento front-end da Udacity depois, lidera o front-end na startup Bytes.

Mesmo antes da conclusão do programa Nanodegree, feito em 2017, ela já tinha subido mais um nível e conquistado um novo emprego como programadora sênior na Capgemini, uma multinacional francesa de desenvolvimento de software.

"Constantemente me perguntam se eu me arrependo da escolha [de trocar de carreira] e a resposta é fácil: nunca”, enfatiza. "A área de desenvolvimento é uma das melhores para se estar nesse momento, com abundância de oportunidades. Se você gosta de programação, invista.”

Assista ao webinar: Carreira em Front-End: Principais tendências

Mentalidade de crescimento e a Udacity

Sandy começou seus estudos com tutoriais interativos e cursos online para iniciantes. Logo passou para problemas e ferramentas mais complexos, um progresso que fez com que tomasse coragem para deixar sua profissão anterior de vez. Começou a trabalhar como freelancer e desenvolvedora júnior em startups mineiras e, na prática, descobriu novas maneiras de trabalhar.

Vendo a vontade de aprender da esposa, o marido de Sandy lhe apresentou a Udacity. "Posso afirmar que o Nanodegree foi o divisor de águas entre o hobby e uma nova carreira profissional”, afirma ela. "Foi um investimento muitíssimo acertado.”

Ela fez o curso de sua casa em Belo Horizonte e afinou as habilidades em JavaScript e outras linguagens e ferramentas essenciais. “Com o curso, adquiri um mindset evolucionário para lidar com os percalços do desenvolvimento. Também aprendi muitos conceitos e boas práticas para tornar a web um local mais acessível e legal para as pessoas estarem."

O mesmo mindset foi útil em seu primeiro processo seletivo de grande porte, com a multinacional francesa, em que fez testes comportamentais e práticos para comprovar seus conhecimentos – uma prática muito comum entre desenvolvedores.

"Após uma conversa com os responsáveis pela contratação, me enviaram um teste técnico em que apliquei os conhecimentos adquiridos no Nanodegree da Udacity e em trabalhos anteriores. Executei-o em menos de um dia, o que certamente foi um diferencial na contratação”, lembra.

Leia: As 5 linguagens de programação mais queridas de 2018: conheça o perfil de cada uma

Dia a dia como desenvolvedora front-end

De Belo Horizonte, Sandy hoje trabalha de maneira remota na startup (que oferece um programa de fidelidade), que fica na cidade mineira de Conselheiro Lafaiete.

Isso não a impede de liderar o front-end como um todo, o que inclui tomar decisões de usabilidade, tecnologias (Angular 6 e React estão entre suas favoritas) e arquitetura de aplicações, gerenciar uma equipe de quatro pessoas e o desenvolvimento de aplicações híbridas propriamente dito.

“Eu me surpreendi com o tanto que eu aprendo todos os dias. A gama de desafios que surge diariamente me permite um crescimento contínuo que eu não percebia enquanto advogava”, entusiasma-se.

Como alguém que deu uma guinada na carreira, Sandy tem dicas para quem quer fazer o mesmo. "Continue aprendendo e procure trabalhar com pessoas mais experientes”, resume. "E não pode ter medo de desafios – nem de tentar fazer o que não sabe.”

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