17 de ago de 2018

Depois de aprender React com a Udacity, ele foi contratado no Canadá

Udacity Brasil

Foi em 2010 que Pedro Durek começou sua carreira como desenvolvedor, estagiando na área de desenvolvimento de sistemas embarcados. De lá passou para analista de sistemas e desenvolvedor web e mobile e, em seguida, engenheiro de R&D.

Ao longo dos anos seguintes, viu-se aprendendo constantemente – Java, JavaScript, Python e Shell Script, por exemplo, já fazem parte do seu tool kit há anos. "Acredito que são os desafios e a complexidade por trás da web que me atraíram. Sempre gostei de ser desafiado e de tentar entender como as coisas funcionam”, explica.

Em 2017, já um desenvolvedor full-stack, decidiu ir além novamente: queria aprimorar seus conhecimentos em front-end, mais especificamente com React, uma popular biblioteca de JavaScript. "É uma tecnologia que tem grande demanda por profissionais e está bem consolidada no mercado”, explica. “Muita gente falava sobre, mas eu não sabia direito como funcionava.”

Pesquisando online, encontrou o Nanodegree Desenvolvedor React da Udacity, e optou pela inscrição devido ao reconhecimento internacional da empresa. Fez o curso entre novembro de 2017 e abril de 2018 em São Paulo.

Além de React e React Native em si, ele destaca entre os pontos altos do curso tanto as habilidades mais afiadas de JavaScript quanto o apoio de tutores e revisores ao longo de seus projetos práticos. No fim, conta, já era capaz de desenvolver aplicações "totalmente do zero, utilizando os melhores recursos do React”.

Enquanto cursava o Nanodegree, Pedro se encarregava de levar os novos conhecimentos para fora da sala de aula. “Sempre que eu aprendia algo novo, tentava aplicar no dia a dia de alguma forma”, lembra.

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O processo seletivo da VanHacks

Ações como essa lhe deram a segurança de aplicar para uma vaga de desenvolvedor React mesmo antes de concluir as aulas. "Já faz um tempo que tenho o objetivo de trabalhar para uma empresa no exterior”, começa.

No início de 2018, quando topou com uma oportunidade da recrutadora VanHack em São Paulo – especializada em organizar feiras para procurar talentos de tecnologia para companhias fora do Brasil –, não hesitou em se inscrever. Ao ser informado que haveria entrevistas in loco, resolveu se preparar. "Elaborei um formulário de perguntas e respostas que foi essencial”, avisa.

Logo estabeleceu contato com a SkipTheDishes, uma startup canadense que tem mais de 10 mil restaurantes cadastrados na América do Norte e foi apontada pela consultoria Deloitte como uma das cinco companhias de tecnologia que crescem mais rápido no país em 2017.

"Desde sua fundação em 2012, a empresa vem crescendo exponencialmente, assim como a necessidade de novas tecnologias devido à alta demanda. Ela contratou diversos profissionais qualificados do mundo todo para ajudá-los nesse desafio”, resume Pedro.

Ao todo, o processo seletivo incluiu o desenvolvimento de uma single page application, duas entrevistas técnicas e uma com profissionais de recursos humanos. Na segunda fase, fez uma entrevista a distância, via Skype, com o diretor de engenharia de software. “Em menos de uma semana, eu já estava assinando o contratado de trabalho”, lembra-se.

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Por que investir em educação faz sentido

No começo de agosto de 2018, desembarcou em Winnipeg com o cargo de desenvolvedor React sênior. Seus primeiros dias serão numa espécie de incubadora interna, quando ele atenderá pequenos tickets para aprender mais sobre a empresa.

Em seguida, já integrará os times que desenvolvem novas funcionalidades para aplicações web e mobile. “E apesar de ter sido contratado como desenvolvedor React, eu também terei a oportunidades de trabalhar com outras tecnologias."

"Nessa área, a forma de se trabalhar e desenvolver muda o tempo todo e temos que estar sempre dispostos a aprender novas coisas e não se apegar à uma tecnologia ou linguagem específica”, avisa. "Separe parte de sua renda para aprimorar seus conhecimentos com cursos, livros e serviços. Uma hora esse investimento trará retorno."

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Sobre o autor
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A Udacity, conhecida como a "Universidade do Vale do Silício", é uma plataforma online e global que conecta educação e mercado para ensinar as habilidades do futuro – de data science e marketing digital à inteligência artificial e desenvolvimento. Hoje, há mais de 7 mil alunos ativos no país e 50 mil pelo mundo.