29 de out de 2018

10 dicas de livros sobre marketing digital

Udacity Brasil

Numa área tão dinâmica quanto o marketing digital, pode parecer intimidante começar. Afinal, são tantos os termos, jargões, conceitos e ferramentas que parece impossível dominar tudo e não apenas decorar meia dúzia de buzzwords, sem saber de fato o que significam.

Uma boa maneira é começar pelos clássicos. Por isso, a Udacity faz sugestões de livros importantes sobre marketing digital. Através desses resumos, você já pode anotar o que atrai sua atenção, combina com o que está buscando – e encomendar sua cópia. Neste artigo, abordaremos o seguinte:

Por que estudar marketing digital?

O surgimento das tecnologias digitais mudou completamente a maneira como as pessoas buscam e interagem com produtos e, consequentemente, transformou a forma como o marketing é feito.

Não é que o marketing offline deixou de fazer sentido, mas que se tornou muito mais barato e eficaz alcançar clientes por meio de ferramentas online que permitem saber com riqueza de detalhes com quem você está falando e se sua ação de marketing resultou ou não em uma compra ou uma interação mais profunda.

No mundo digital, as empresas conseguem ter uma compreensão muito melhor da jornada de decisão de seus clientes e o que eles estão comentando entre si sobre determinado produto. Nesse contexto, o profissional de marketing digital é peça-chave na estratégia de venda de qualquer organização – de startups recém-criadas a grandes corporações.

Mas essa é uma área complexa, e que demanda qualificação. Nem sempre a faculdade oferece os conhecimentos mais atualizados nesse campo, então realizar um curso online com certificado de Marketing Digital, como o Nanodegree Marketing Digital da Udacity, é um bom ponto de partida para quem quer uma carreira na área.

Dominar os termos específicos desse mercado também é pré-requisito, e você pode fazer isso baixando gratuitamente este glossário de marketing digital.

Mas a qualificação por si só não garante uma vaga de emprego, e nem mesmo uma atuação efetiva no ambiente de trabalho. Veja bem: o mundo digital passa por uma mudança acelerada e constante.

Não é difícil perceber isso. Hoje, o vídeo ficou na vertical para acompanhar o formato dos Stories e do Snapchat, o Instagram permite comprar roupas e produtos publicados nas fotos diretamente pelo app, e a maior parte da troca de conteúdo entre usuários está fora do alcance das marcas, nos grupos e conversas do WhatsApp. E todas essas mudanças ocorreram só em 2018!

Estima-se que o próprio Facebook testa alterações no seu algoritmo relacionado à publicidade (aquele que determina se você vai postagens dos seus amigos ou anúncios) centenas de vezes ao ano, embora ele seja praticamente uma caixa-preta para quem está fora da organização.

Nesse contexto, é preciso se manter atualizado. Temas que no passado eram obscuros ou apostas para futuro hoje são mandatórios ou no mínimo grandes diferenciais no currículo, como conhecimentos de Google Ads, Google Analytics, SEM e big data.

Dentro desse contexto de novidades constantes, o aprendizado igualmente contínuo é a única solução para se manter a par – e manter sua lista de leituras em dia, seja através de livros impressos ou ebooks de marketing digital, também é uma boa forma de dominar as competências que o mercado demanda.

Leia também: Quem é Lil Miquela, a digital influencer totalmente virtual com 1,3 milhão de seguidores

Livros sobre marketing digital

Pensando nisso, separamos 10 dicas de livros sobre marketing digital que se tornaram muito famosos mundo afora. Alguns mais técnicos e outros mais holísticos, mas juntos todos ajudam a formar um profissional mais preparado para os desafios do mercado atual. Saiba um pouco sobre cada obra e aprofunde-se nessas leituras!

Marketing 3.0, por Philip Kotler

É impossível falar sobre dicas de livros sem mencionar o Marketing 3.0. O livro foi escrito por ninguém menos que Philip Kotler, um dos responsáveis pela instituição do marketing enquanto disciplina acadêmica. Seu livro Administração de Marketing: A Bíblia do Marketing, lançado nos anos 1960, segue sendo um dos principais livros sobre marketing e item obrigatório na bibliografia de qualquer graduação na área. Porém é evidente que desde então muita coisa mudou, inclusive o comportamento dos consumidores.

Em Marketing 3.0, publicado em 2010, Kotler atualiza sua visão e mostra como enxerga o futuro da comunicação de serviços e produtos, que deve estar cada vez mais carregada de valores e propósito.

O marketing 3.0 dá valor ao indivíduo. Afinal de contas, o consumidor não quer mais um produto que simplesmente resolva sua necessidade, mas sim uma marca em que acredita e confia.

Em um contexto de excesso de publicidade (quem não se sente bombardeado por anúncios em vídeo, banners, pop-ups e e-mail marketing?), vão se destacar as marcas que ecoam os valores e crenças dos consumidores e por isso mesmo são capazes de criar conexões mais genuínas.

Quando uma marca consegue isso, ela ganha a confiança dos consumidores e passa até mesmo a inspirá-los. E a sacada está exatamente aí: quando você consegue criar esse tipo de relação, o marketing não fica mais restrito a quem você vai atingir com suas campanhas, e sim todas as outras pessoas que vão ficar sabendo do seu produto por meio de comentários positivos e indicações boca a boca.

Bons exemplos são a campanha “Retratos pela Real Beleza”, da Dove, ou a marca de cosméticos Body Shop, que não só tem valores fortes (não testam produtos em animais, apoiam o comércio local e são rígidos em relação à sustentabilidade ambiental) como comunica esses valores muito bem em sua estratégia de marketing.

O livro de Philip Kotler é indispensável para quem quer entender a melhor forma de incorporar valores e visão dentro de campanhas de marketing digital.

Saiba mais sobre o livro aqui.

Leia também: Redes sociais para negócios: 6 boas práticas para seguir

Sprint, por Jake Knapp, John Zeratsky e Braden Kowitz

Inovar não é uma coisa simples. Seja na hora de criar novos modelos de negócios ou emplacar novas estratégias de marketing para o seu negócio, a inovação pode ser um processo bem frustrante.

O Design Sprint é uma metodologia que busca tornar todo esse processo mais organizado, eficiente, principalmente mais rápido. Agilidade, aqui, é a palavra de ordem. A Udacity, aliás, oferece um curso online com certificado específico para quem quer dominar esse método: o Nanodegree Design Sprint. Além disso, também tem um ebook gratuito sobre o tema.

Mas para que o Design Sprint serve? Principalmente para validar hipóteses de projetos complexos e desafiadores, como uma nova funcionalidade para um produto, um novo modelo de negócios, o lançamento de um app ou uma estratégia de marketing completamente diferente.

Se a ideia é fazer melhorias incrementais em algo que já está rodando, é melhor adotar uma estratégia mais simples.

A metodologia surgiu dentro do GV, braço de venture capital do Google, uma empresa conhecida exatamente por ser uma das mais inovadoras do mundo.

E veio pelas mãos do designer Jake Knapp, que na época trabalhava no time responsável pelo Gmail. Lá, a metodologia foi utilizada até mesmo no desenvolvimento dos carros que dirigem sozinhos.

E como funciona? O Design Sprint propõe uma agenda de 5 dias úteis para testar uma ideia, e que idealmente deve ser feita de segunda à sexta-feira, com seis horas diárias de atividade. Confira a seguir o que acontece em cada dia:

Segunda-feira: Entendendo o problema

Comece reunindo uma equipe multidisciplinar de até 7 pessoas e que trabalhará full time nesse projeto pelos próximos cinco dias. Aproveite o dia para ouvir as expectativas de todos e garantir que está todo mundo alinhado sobre a pergunta deve ser respondida ao final do sprint. Com esse objetivo determinado, o time deve mapear os desafios que estão por vir.

Terça-feira: Pensando soluções

Faça um brainstorming de soluções para os desafios levantados no dia anterior. Coloque-as em post-its colados na parede para depois, em time, priorizar as soluções que serão testadas no dia seguinte (dica: terminar com três é uma boa ideia).

Quarta-feira: Hora do foco

Depois de divergir, é preciso convergir. Aqui, a primeira missão do dia é decidir, por meio de votação, qual das ideias priorizadas no dia anterior vai ser prototipada e explorada. Feito isso, parta para a prototipação em si: desenvolva essa ideia ou solução no papel, mesmo que de forma ainda abstrata e com poucos detalhes.

Pense como seria toda a interação do cliente com a solução proposta. Se estamos falando de um aplicativo, por exemplo, o que ele buscaria nesse app? Em que contexto? Como ele iria interagir com sua interface?

Quinta-feira: Vamos prototipar

Esse é o dia de fazer o cliente interagir com o seu produto final. Mas, para isso, será preciso montar um protótipo realista do produto ou solução que o seu time tem em mente. Use cartolinas, softwares de desenho, PowerPoint, landing pages e quaisquer outros recursos simples que te ajudam a simular o seu produto, e reúna possíveis clientes para darem suas opiniões. Nesse curso gratuito você entende melhor como montar um protótipo.

Sexta-feira: O que aprendemos?

Reúna-se com a equipe, avalie os feedbacks recebidos no dia anterior e faça a reflexão: a ideia funciona ou não? Qual o melhor caminho: seguir adiante com o projeto, fazer alterações estruturais, ou deixá-lo de lado?

Saiba mais sobre o livro aqui.

Leia também: Marketing de conteúdo: tudo que você precisa saber

A Cauda Longa, por Chris Anderson

Foi em um artigo da revista Wired, em 2004, que o jornalista Chris Anderson cunhou o termo ‘cauda longa". O texto fez tanto sucesso que pouco tempo depois deu origem ao livro de mesmo nome, hoje em dia um dos mais influentes entre profissionais digitais e empreendedores. O autor defende uma teoria simples mas poderosa: o futuro do mercado está no nicho.

A gente explica: você conhece o conceito de curva de oferta e demanda? Ele mostra a quantidade de consumidores que quer comprar determinado produto. Na parte verde do gráfico, temos os hits, os bestsellers – uma quantidade grande de pessoas que querem um mesmo produto ou serviço. Na seção amarela, temos uma variedade enorme de produtos, mas cada um deles tem apelo com apenas um número limitado de compradores.

livros-sobre-marketing-digital-curva

Porém, juntos, esses produtos atraem uma quantidade enorme de clientes.

O que Anderson percebeu foi que a receita total dessa infinidade de produtos de nicho, com baixos volumes de vendas, é igual à receita total dos hits. E isso é uma tendência, já que o consumidor contemporâneo se afasta cada vez mais do que é feito para as massas e busca o que está em sintonia com suas preferências mais subjetivas.

Durante muito tempo, o mercado ignorou a oportunidade que existia nos produtos de nicho. Uma das primeiras grandes organizações a se atentar a isso foi a Amazon, com seu catálogo que parece infinito de produtos. Esse raciocínio faz ainda mais sentido na era do marketing digital, em que o custo para se atingir os nichos de consumidores é muito mais baixo do que o de atingir grandes massas.

Outra vantagem é que os nichos se comportam também como grandes comunidades coesas, em que os consumidores têm por natureza uma voz mais ativa e confiam mais uns nos outros. Consumidores de nicho fazem mais avaliações, promovem mais o boca a boca e fazem com que seus produtos se tornem confiáveis e relevantes.

A leitura, com certeza, vale a pena para quem quer ser mais certeiro não só no desenvolvimento de produtos como no planejamento de mídia e campanhas de marketing voltadas para targets específicos.

Saiba mais sobre o livro aqui.

Web Analytics 2.0, por Avinash Kaushik

Você sabe o que é Web Analytics? Para o marketing na era digital, esse é um conceito bastante importante. É a forma como você coleta, mede e analisa os dados de navegação – qualitativos e quantitativos – de seus clientes, e aplica esse conhecimento de forma estratégica para a sua organização.

Avinash Kaushik é autor dos dois principais livros sobre marketing com foco em web analytics. Em sua primeira obra, Web Analytics, ele fornece uma compreensão técnica de como as informações de um site ou e-commerce são coletadas e dá uma visão geral dos tipos de relatórios que podem ser gerados a partir daí.

Em Web Analytics 2.0, o principal objetivo do autor é que sua organização adote uma “data-driven culture”, ou seja, uma cultura organizacional que leva bastante a sério a análise de dados e que, de quebra, você se torne um "ninja" da análise de dados na web.

Ao longo de suas páginas o leitor adquire conhecimentos importantes, como a escolha a ferramenta certa de análise de dados, a definição das melhores métricas para cada tipo de organização, a análise de campanhas de marketing multichannel (realizadas em diversos canais) e como diagnosticar a causa raiz do mau desempenho de determinado indicador (como, por exemplo, o tempo de acesso na sua página, ou o número de pessoas que deixa o carrinho sem fazer uma compra).

Em um de seus últimos capítulos, o livro também guia o leitor sobre como desenhar bons testes e experimentos, e obter os melhores insights a partir daí. Leitura importante para quem quer saber como começar a incorporar a análise de dados na tomada de decisão. Usar dados, afinal, é a melhor forma de contar uma história.

Saiba mais sobre o livro aqui.

Marketing na Era Digital, por Martha Gabriel

Antes de lançar seu livro Marketing na Era Digital, a brasileira Martha Gabriel já tinha uma carreira consolidada como consultora de marketing digital e palestrante. Já fez, por exemplo, quatro palestras TED Talks, e mantém um canal ativo no YouTube.

Seu livro é indicado para profissionais em início de carreira e têm bastante aplicabilidade prática. São 15 capítulos divididos em quatro partes principais e cheios de dicas de marketing digital.

A primeira cobre os conceitos essenciais e as bases para criar um bom planejamento mercadológico. Já a segunda parte aborda as transformações mais estruturais que o digital causou no comportamento do consumidor e quais as suas consequências para os profissionais de marketing.

Por fim, ela dedica a terceira e a quarta parte a explicar o que são e como utilizar as principais plataformas tecnológicas emergentes, como social media, QR codes, Bluetooth, GPS, mobile tagging, datamatrix, realidade aumentada, realidade virtual e realidade mista.

Sobre esse último tópico, inclusive, é possível usar um celular para ler QR codes ao longo do livro e ter acesso a cases e vídeos digitais. Leitura bastante informativa para quem está começando na profissão ou quer entender mais sobre o mundo do marketing digital.

Saiba mais sobre o livro aqui.

A Bíblia do Marketing Digital, por Claudio Torres

Lançada em 2009, continua sendo um dos principais livros de marketing digital. A formação multidisciplinar do autor (que é graduado em Engenharia Eletrônica pelo ITA, tem mestrado em Sistemas pela USP e cursou pós-graduação em Marketing em uma instituição sueca) proporciona um olhar diferenciado e mais analítico sobre o tema.

Da mesma forma que o livro de Martha Gabriel, mencionado anteriormente, seu ponto forte está em não aprofundar demais em um recorte específico do marketing digital, e sim dar um panorama geral das principais técnicas, conceitos e ferramentas que todo profissional da área precisa saber.

O autor deixa claro que o objetivo do livro não é ensinar como fazer um planejamento digital completo, e sim explicar os diversos conceitos que permeiam o mundo do marketing digital, como marketing de conteúdo, mídias sociais, marketing viral, email marketing e mobile marketing.

Ainda assim, traz nas últimas páginas alguns roteiros práticos sobre como fazer, por exemplo, o planejamento de marketing de conteúdo para um blog. O autor também salva o profissional iniciante de algumas armadilhas, mostrando que marketing digital não é só sobre números e métricas, e sim sobre se comunicar com as pessoas. Os consumidores querem se informar, de divertir e se relacionar, e é preciso ouvir sempre o que eles têm a dizer.

Leitura indicada para quem quer dar os primeiros passos na profissão, ou complementar um conhecimento específico adquirido na prática.

Saiba mais sobre o livro aqui.

Launch, por Jeff Walker

Lançado em 2014, o livro Launch é considerado um dos melhores livros de marketing e acompanha um subtítulo bastante ambicioso: ‘a fórmula secreta de um milionário da internet para vender quase tudo online, construir um negócio que você ama e viver a vida de seus sonhos’. Exagero? Talvez. Mas com certeza vale a pena ouvir o que ele tem a dizer.

Aqui no Brasil sua estratégia foi traduzida livremente para ‘Fórmula de Lançamento’, embora o livro ainda não tenha uma versão em português. Como o próprio nome sugere, esse método se aplica melhor ao lançamento de produtos novos, mas também traz bons insights para o planejamento de campanhas de marketing de produtos já existentes.

A ideia principal é fazer sua comunicação de forma a deixar o consumidor tão engajado que ele vai praticamente implorar para que você venda para ele.

Tudo começa criando o seu público. Um dos diferenciais da estratégia de Walker é a importância dada a lista de e-mails. Hoje já é bastante difundida a estratégia de criar uma landing page para oferecer uma vantagem ao seu cliente em troca de receber seu e-mail, e ele foi uma das primeiras pessoas a falar disso.

O importante, porém, é que essa lista seja responsiva. Você não pode ser chato ou virar spam. Entregue um conteúdo valioso, demonstre autoridade sobre o que fala, crie interações e logo os clientes ficarão ansiosos pela sua próxima newsletter.

Leitura obrigatória para quem está prestes a fazer um lançamento, ou quer melhorar a comunicação via email.

Saiba mais sobre o livro aqui.

Os 8 Ps do Marketing Digital, por Conrado Adolpho

Os 4Ps do Marketing, criados pelo professor Jerome McCarthy e difundidos por Philip Kotler, já são velhos conhecidos dos profissionais de marketing e formam o que chamamos de Mix de Marketing.

  • Produto: o que estou vendendo?
  • Preço: que valor vou cobrar?
  • Praça: onde vou vender meu produto?
  • Promoção: como vou promovê-lo?

O que brasileiro Conrado Adolpho propõe é uma atualização desses conceitos, levantando outras questões que vão de encontro aos anseios de um consumidor digital, mais exigente e bem informado. No fim, funcionam como uma espécie de passo a passo para a elaboração de uma estratégia digital.

Pesquisa

Quem são as pessoas que vão consumidor o seu produto? Pesquise a fundo o comportamento de seus consumidores e seus desejos.

Planejamento

Como chegar aos seus consumidores? Com base nos dados que você levantou, escolha as melhores plataformas para veicular sua mensagem (redes sociais, e-mail, blog, site, SEO, etc).

Produção

Não se trata da produção de produtos, e sim da produção da estratégia. Garanta que você tem a disposição as ferramentas e o time necessário para executar o que tem em mente.

Publicação

É a hora de colocar tudo no ar, desde o site até as campanhas de anúncio e os posts de marketing de conteúdo (content marketing).

Promoção

Depois de botar no ar, é necessário promover os seus conteúdos e anúncios. Distribua o orçamento que você tem disponível de forma estratégica nas diversas mídias e defina as melhores formas de ativar o seu cliente – por inbox, e-mail, WhatsApp? Há muitas opções hoje em dia.

Propagação

É a hora do boca a boca virtual acontecer. Se você fez o trabalho direito, as pessoas começarão a interagir com sua campanha e falar sobre ela. O sonho aqui é conseguir a tão buscada viralização do conteúdo.

Personalização

Depois que os seus consumidores começaram a se engajar, você não pode deixá-los falando sozinhos. Interaja com seus clientes e, conforme vai reunindo informações sobre eles, invista em comunicações e campanhas cada vez mais personalizadas.

Precisão

Análise e mensuração. Não esqueça desses dois conceitos. O ambiente digital oferece uma infinidade de dados sobre os seus clientes e quem está interagindo com suas campanhas. Defina as suas principais métricas e acompanhe-as de perto, adaptando com agilidade sua estratégia de olho no que está trazendo os melhores resultados.

Saiba mais sobre o livro aqui.

Marketing de Permissão, por Seth Godin

Seth Godin é um profissional de marketing e um dos blogueiros mais influentes do mundo. Suas obras como Tribos e Vaca Roxa figuram até hoje entre os livros mais vendidos de marketing.

Sabe aquela publicidade tradicional, que te apresenta um produto interrompendo a sua experiência com certo conteúdo? Pense em um anúncio de televisão no meio do seu programa favorito, ou uma ligação de telemarketing no seu celular. Para o autor, esse tipo de marketing – que ele chama de “marketing de interrupção” – está com os dias contados.

No lugar, ele propõe o “marketing da permissão”. O importante aqui é não incomodar o seu cliente, e sim ter certeza de que ele está aberto a receber suas mensagens. Para isso, é importante falar apenas com quem está interessado nos seus produtos e no que você tem para falar.

No mundo da publicidade digital, onde você costuma pagar por pessoas atingidas, essa é uma forma mais barata e mais eficaz de se comunicar. As vantagens? Você cria uma relação a longo prazo com seus consumidores, aumentando a recorrência da compra e criando uma comunidade de embaixadores e fãs da marca.

O livro faz todo o sentido para quem quer desenvolver uma boa estratégia de marketing de conteúdo, com um blog relevante e que desperte o interesse do consumidor, e também criar uma lista de e-mail marketing responsiva estreitando a relação com quem realmente faz parte do seu target.

Saiba mais sobre o livro aqui.

Ideias que Colam, por Chip Heath e Dan Heath

O livro dos irmãos Dan e Chip Heath parte de uma pergunta complexa: por que algumas ideias ‘colam’, se espalham e ganham adesão, enquanto outras simplesmente caem no esquecimento? Em outras palavras, o que está por trás das mensagens duradouras?

Depois de analisar diversos discursos, eles chegaram a um conjunto de seis características comuns às ideias que colam. E como comunicar uma ideia de forma eficiente é um dos principais desafios do profissional de marketing digital, vale a pena prestar atenção nessa lista:

1. São simples

Você não precisa explorar todos os detalhes ou dar uma explicação completa do seu produto. Encontre o ponto central da sua mensagem e foque nele. O livro traz o exemplo da Southwest Airlines: “Somos a companhia aérea de baixo custo”. Depois de ter a atenção da pessoa, você terá mais tempo para falar dar mais informações.

2. São inesperadas

As pessoas ignoram coisas rotineiras e repetitivas, então busque surpreender quem está vendo sua campanha. Use a curiosidade do seu cliente a seu favor, para que ele busque saber mais sobre o que você tem a oferecer.

3. São concretas

Não seja muito abstrato ou subjetivo. Use termos concretos e compreensíveis que vão formar uma imagem na cabeça do cliente.

4. São críveis

Para que sua campanha de marketing tenha efeitos, as pessoas precisam acreditar no que você está falando. Não caia na armadilha de oferecer soluções mirabolantes e pouco factíveis.

5. São emocionais

São os sentimentos que inspiram as pessoas a agir (e a comprar)! Busque mensagens que tenham um apelo emocional com seu cliente.

6. Contam histórias

O famoso storytelling. Busque uma história interessante por trás do seu produto e comece a utilizá-la na hora de comunicar o seu produto. Existe alguma anedota inspiradora por trás de sua criação? Um jeito diferente de produzir? Explore esses caminhos!

Saiba mais sobre o livro aqui.

Vá além no marketing digital:

Sobre o autor
Udacity Brasil

A Udacity, conhecida como a "Universidade do Vale do Silício", é uma plataforma online e global que conecta educação e mercado para ensinar as habilidades do futuro – de data science e marketing digital à inteligência artificial e desenvolvimento. Hoje, há mais de 7 mil alunos ativos no país e 50 mil pelo mundo.